O então presidente José Sarney realizou a segunda reforma monetária de seu governo no dia 15 de janeiro de 1989. A moeda passou a chamar-se Cruzado Novo (NCz$) e sua unidade equivalia a Cz$ 1 mil
Principais medidas:
O câmbio foi desvalorizado em 16,3805%. Cada NCz$ equivalia a US$ 1, congelando a paridade até segunda ordem. A correção monetária foi extinta
Preços, serviços e tarifas públicas voltaram a ser congelados, após realinhar combustíveis e energia elétrica. Em abril, foi introduzido o reajuste trimestral de preços
Os salários foram reajustados pelo fator de 16,05%. Em abril, os assalariados receberam reajuste que variava de 11,31% a 18,71%, conforme a data-base de cada um. O reajuste do mínimo foi antecipado de maio para abril
As operações de refinanciamento da dívida externa foram suspensas por um ano Efeitos
Os resultados do novo plano foram efêmeros. A medida não surtiu credibilidade popular
Os empresários, temendo novos congelamentos, já haviam reajustado seus preços muito acima da realidade e praticavam “descontos promocionais”, que eram reduzidos ou retirados com o passar do tempo, reajustando seus preços
Em 14/6/89, decidiu-se pela volta de um indicador diário de correção monetária (BTN fiscal) e reajuste diário do câmbio. As medidas, na prática, esvaziaram p plano
Apenas os salários ficaram estáveis no período, provocando grave perda de capacidade de consumo.



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